0
PÁGINA INICIAL / ELO / Controle do produto é garantido

Controle do produto é garantido

Investimento em armazenagem prória dos grãos é a aposta da família Martins de Freitas

Rio Verde, maior produtor de soja e milho de Goiás e quarta economia do estado, é também centro difusor de novas tecnologias aplicadas ao agronegócio, setor que move seu crescimento econômico. É nessa cidade que a GSI Brasil entregou recentemente uma obra completa, totalmente preparada para automação.

Os irmãos Jeane Martins de Freitas Cintra, 43 anos, advogada, Dagoberto Bento de Freitas Filho, 41, economista, e Rômulo Martins de Freitas, 33, também advogado, são os sócios proprietários do projeto preparado para receber 240 mil sacas de grãos. São quatro silos de 60 mil sacas cada (3.530 toneladas cada), tombador, máquina de limpeza, secador para 112 toneladas, fornalha de alvenaria, além de dois silos para armazenar as impurezas - “ um com capacidade para 63,8 toneladas e outro para 73,5 toneladas -“, que representam um diferencial da construção. “Nosso objetivo é ter total controle sobre a nossa produção, inclusive armazenando as impurezas, para ofertar ao mercado quando for mais propício”, comenta Rômulo.

A opção por manter armazenagem própria na fazenda foi estudada por muito tempo. “Ficamos oito anos amadurecendo a ideia, conhecendo projetos e analisando as possibilidades.” O negócio familiar já era a atividade do pai, Dagoberto, que começou com produção de algodão e gado (que mantém ainda hoje).

Os filhos saíram da cidade para estudar e, após a graduação, quando retornaram para Rio Verde, começaram a lavoura, tendo o pai como investidor. Produzem milho e soja, esse o principal produto da fazenda. Com o tempo, foram aumentando a área de plantio, com os grãos sendo armazenados em cerealistas ou na Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo), da qual são associados.

Tomada a decisão de melhorar o controle da produção com silo próprio, em 2016 deram início à pesquisa de projetos e orçamentos, definindo a GSI como fornecedor em 2017. Numa área de mil hectares, localizada em um ponto estratégico - “ próxima da produção e de uma futura ferrovia que atenderá a região" - , ao final de 10 meses foi erguido o complexo, que será 90% automatizado. “É muita tecnologia reunida”, reforça Rômulo, destacando que com a automação completa terá o controle na palma da mão.

O período de pesquisa no mercado, para amadurecimento da ideia de ter armazenagem própria, rendeu uma inovação no projeto - “a instalação dos silos para impurezas - levada à área de Engenharia da GSI, que estudou a adaptação solicitada e implementou. “Depois de visitar propriedades, conhecer projetos diferentes, eu tinha um layout na minha cabeça. A GSI foi muito receptiva e fez a adequação necessária para nos atender”, conta.

Os dois silos para impurezas vêm complementar a atividade de forma mais efetiva, uma vez que a família atua também na pecuária, podendo utilizar os resíduos dos grãos para o proprio gado ou para vender para fábricas de ração - " o que for mais conveniente e vantajoso no momento do mercado.

De acordo com Rômulo, a planta tem espaço de sobra para armazenagem própria e de produtores vizinhos. “O projeto foi pensado para prestar serviço também. Estamos ansiosos para ver tudo em funcionamento.” Em janeiro de 2018, os irmãos estavam aguardando apenas a conclusão da automação para iniciar o teste dos equipamentos com grãos.

A área agrícola, que vem mantendo um crescimento constante nos últimos anos, e o acompanhamento da GSI, por meio da representação para a região, a Alvo Agrícola, deu segurança à decisção de investir em armazenagem própria. “Acreditamos no mercado da produção de alimentos. E a GSI é uma empresa que conduz a negociação de forma adequada, além de ter equipamentos indicados pelo mercado. Nossa expectativa é a melhor possível.”, completa Rômulo.

Compartilhe:


Cadastre o seu e-mail e receba
novidades e informativos