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Do projeto à entrega: como a GSI cumpre à risca seus cronogramas

Do projeto à entrega: como a GSI cumpre à risca seus cronogramas

Planejamento e comunicação estão na base de quem cumpre cronogramas. Em nível empresarial, entregar no prazo é fator-chave de sucesso do negócio.

 

No agronegócio, em que se lida com matéria viva, esse é um compromisso extremo, do qual o produtor rural não pode abrir mão.

 

Conhecendo as exigências desse mercado, a GSI não mede esforços para manter o foco nesta necessidade de seus clientes, desde a concepção do projeto até entrega do sistema de armazenagem contratado.

 

Como a GSI faz para cumprir seus cronogramas à risca?

 

Desde as equipes das áreas de projeto e orçamento, produção e, até mesmo, as de pós-venda trabalham alinhadas, todas para cumprir o seu melhor: “entregas completas e no prazo”.

 

Modernas técnicas de gestão de projetos, aliadas a sistemas de produção fabril e mão de obra altamente treinada são “segredos industriais” que a GSI tem em seus padrões produtivos mundiais.

 

E mais, Adelar Dalcin, supervisor de Projetos e Orçamentos – Grãos, destaca a forte interação entre todas as áreas – representantes, gerentes e fábrica. “Esse é um alinhamento diário. Fazemos um ajuste fino da expectativa de entrega, para atender de forma adequada nossos clientes”, afirma.

 

O time composto por coordenação, orçamentistas e projetistas – do Departamento de Projetos e Orçamento (DPO), precisa conciliar as demandas de dois clientes principais – o produtor (seu cliente externo) e a fábrica (o cliente interno).

 

Do sucesso do cruzamento dessas duas necessidades, vai depender o processo produtivo e a entrega final dos equipamentos GSI no campo dentro do prazo. “Definidas as necessidades do cliente externo, preparamos a listagem do que o cliente interno (fábrica) vai precisar para atender a demanda.”

 

Dentro do DPO, o trabalho passa por sistemas de gestão de projeto e equipe, com softwares e ferramentas visuais que mapeiam todas as obras. A partir da análise do escopo definido no pré-projeto, o DPO prepara o projeto final, contemplando planta de locação e fluxograma de como vai funcionar a obra. Quando há necessidade de equipamentos especiais, a parte padrão do projeto avança, enquanto é encaminhada a composição do custo e prazo do que é especial.

 

Uma verdadeira engrenagem por trás de cada projeto de armazenagem de grãos

 

Planejamento, organização e disciplina são conceitos fundamentais no processo produtivo.

 

Luis Casa, gerente de Manufatura, responsável pela produção, logística e segurança, ressalta que essas atitudes são a chave para a empresa atender os prazos junto aos clientes.

 

Trabalhando com 10 semanas à frente, semanalmente, a equipe se reúne para analisar o planejamento interno de operações, identificando as necessidades para que a produção possa atender o cliente na data desejada. Além disso, diariamente, a reunião de chão de fábrica com todas as áreas envolvidas na operação – compras, expedição, recebimento, segurança – faz o alinhamento das atividades do próximo dia.

 

“Essa é uma engrenagem que precisa funcionar, e o engajamento da nossa equipe vem garantindo isso”, afirma Casa. Atualmente, o indicador-mestre aponta que a fábrica está com ótimos percentuais das entregas completas e na data acordada.

 

Sistemas de armazenagem de grãos: quebra-cabeças no campo

 

De dentro da fábrica, os equipamentos não saem montados.

 

O que são fabricadas são as partes, as peças que vão compor a operação do cliente. Um verdadeiro quebra-cabeça que será montado em cada propriedade rural.

 

Tudo é planejado por sequência de montagem, em um cronograma de entregas definido junto com o cliente, o que faz com que o processo siga também organizado na fazenda, garantindo, inclusive, que as peças não se deteriorem no tempo, enquanto as fases da obra evoluem. “Nosso compromisso só acaba quando o sistema de armazenagem está montado e é feita a entrega técnica.”

 

O grão tem seu tempo.

 

E quem trabalha com grãos precisa dar atenção e respeitar esse tempo.

 

O grande quebra-cabeça montado no campo para receber esse produto precisa ter prazos cumpridos. “Sim, é necessário cumprir, respeitar e fazer tudo para atender as entregas no prazo”, garante Glauco Correa, supervisor de Pós-Venda – Grãos da GSI.

 

Engajamento, integração e troca de informações para entender as necessidades do meio rural, e atendê-las a tempo, são os princípios que seguem guiando as ações do time de profissionais da GSI em campo. Correa destaca que isso faz a diferença na hora de definir as prioridades para atender as demandas dos produtores.

 

A equipe de campo orienta a montagem, treina os montadores e faz o intercâmbio entre campo e fábrica, para haver agilidade no retorno.

 

“Essa integração é importante para que haja um acompanhamento da obra e seja respeitada a sequência do quebra-cabeça. Trabalhamos em cadeia. A gente sempre busca se antecipar às eventualidades, no sentido de evitar um problema para o cliente.”

 

Estrutura concluída e equipamentos instalados, é hora da entrega técnica com o treinamento da equipe operacional e avaliação do funcionamento do sistema. Cronograma e prazo cumpridos à risca!

 

Para garantir esse sucesso, o compromisso diário de todas as áreas envolvidas é priorizar a necessidade do cliente.

 

Um processo que não para. Que integra a todo o momento campo e fábrica, na identificação de oportunidades ou mesmo de dificultadores, para se antecipar a problemas, refinando sempre as práticas para uma entrega bem sucedida.

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