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Êxodo urbano: por que o campo atrai novos e velhos moradores?

Êxodo urbano - por que o campo atrai novos e velhos moradores?

A mecanização da atividade do campo, especialmente na década de 70, reduziu drasticamente as vagas de trabalho sem qualificação no meio rural e, naturalmente, os jovens que ali nasciam, tão cedo podiam, se dirigiam aos grandes centros urbanos, já que lá é que poderiam encontrar melhores oportunidades de emprego e sustento.

 

A infraestrutura oferecida pelas cidades – como educação, saúde e lazer – foi um atrativo para os filhos dos produtores, que optaram por carreiras urbanas, o que afetou inclusive a sucessão familiar no campo pela dificuldade de reter as novas gerações.

 

Hoje, a história é outra.

 

O cenário atual tem mostrado que a qualidade de vida no campo - com acesso a tecnologias que antes só existiam nas cidades -, as opções de lazer, a segurança e as oportunidades estão, lentamente, criando uma nova realidade, a do êxodo urbano.

 

A valorização do agronegócio também contribui fortemente para a mudança de sentido desse fluxo.

 

Apesar de a última atualização do Censo 2017 apontar que 84% da população brasileira vive em áreas urbanas, percebe-se o aumento do interesse dos jovens de se manter no campo ou ir buscar oportunidades nele.

 

Os filhos de produtores saem para estudar e voltam cheios de ideias, abrindo novas oportunidades para antigas propriedades, e servindo de exemplo para os menores, que começam a sonhar em crescer junto com o negócio da família desde muito cedo.

 

E é bonito de ver o interesse das crianças quando encontram a motivação para ficar no meio rural. Um bom exemplo pode ser conferido na matéria do Globo Rural de 10 de outubro, que conta a história de uma jovem mineira que, nascida no campo, reinventou a produção de café da família, e de uma criança que, já aos 7 anos, sonha em ser produtora de cafés especiais.

 

Confira essas histórias incríveis no link: https://globoplay.globo.com/v/8931094/.

 

Fatos como estes, até poucos anos atrás, eram praticamente raros, porque os jovens só viam futuro na cidade.

 

Por que a tecnologia é o motor do êxodo urbano?

A tecnologia chegou no meio rural não apenas embarcada nos equipamentos, mas levando a informação.

 

Derrubada a barreira da conexão, a inclusão digital do campo está promovendo o acesso ao conhecimento, que deixa de ser privilégio de poucos para ser fator determinante no desenvolvimento da agricultura.

 

Com as novas tecnologias aplicadas à prática agrícola, a atividade passou a demandar maior conhecimento técnico ao trabalho rural.

 

O jovem, perfil que contempla a capacidade de adaptação a esse novo momento, tem se interessado na formação para atender à demanda de profissionais qualificados no campo.

 

Aquele que sonhava em ir para a cidade estudar, agora, pode fazê-lo de sua casa, por meio do ensino a distância, em cursos oferecidos por diversas instituições, públicas e privadas, inclusive de forma gratuita, como é o caso do http://ead.senar.org.br/.

 

Agronegócio: há vagas!

Isso tudo vem acompanhado de mais uma boa notícia: o agronegócio tem liderado a geração de novas vagas de emprego em 2020.

 

De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), foram mais de 89 mil postos de trabalho entre janeiro e agosto.

 

E ainda, os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia mostram que as atividades que mais abriram vagas neste ano foram no campo, reforçando os motivos para os jovens voltarem sua atenção para o agro.

 

Veja você mesmo:

 

Certamente, veremos esse movimento se confirmar, uma vez que, para atender as demandas da agricultura 4.0 ou agricultura de precisão, a infraestrutura no campo só vem melhorando, com a amplificação dos sinais de internet e telefonia móvel.

 

Todo esse aparato tecnológico atrai os jovens para o trabalho no meio rural, favorecendo também a sucessão na gestão dos negócios das famílias do agro.

 

Renato Joner, 62 anos, produtor de grãos em Luis Eduardo Magalhães, na Bahia, confirma essa realidade na família.

 

A filha caçula, Joana, de 28 anos, depois de se formar em Agronomia e de uma pós-graduação em agronegócio, toca a propriedade com o pai. “Tenho afinidade com a atividade desde pequena e vim acumulando conhecimento para chegar onde cheguei”, conta Joana. “Tenho o apoio do meu pai. Ele tem vontade de ensinar, e isso me deixa muito confortável para aprender.”

 

Para conhecer melhor a história dessa família, acesse aqui.

 

É fato que essa é uma tendência forte dos últimos anos.

 

O agronegócio tem sido o setor de sustentação da balança comercial brasileira. E segue próspero, mesmo em tempos de pandemia: o Produto Interno Bruto (PIB) do setor cresceu 5,26% no primeiro semestre na comparação com o mesmo período do ano passado, com destaque para as atividades dentro da porteira, que registraram alta de quase 15% no mesmo período, conforme estudo divulgado pela CNA e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

 

Trata-se de uma mudança cultural, que vai trazer mais vantagens ainda para país, que já é reconhecido como grande produtor de alimentos.

 

E quem nasce na cidade, por que está indo para o campo?

 

O crescimento das oportunidades no campo também atrai muita gente que antes não havia nem pensado em viver no meio rural.

 

Também em matéria do Globo Rural, desta vez, ainda de dezembro de 2019, o destaque é intensa busca por profissionais qualificados no campo, que tem atraído jovens da cidade a estudar disciplinas para aplicar no meio rural, já visando desde cedo a essas novas oportunidades que estão se fortalecendo nas propriedades rurais. Confira em detalhes aqui.

 

Além desses jovens que estão buscando uma formação para atuar no mercado rural, é possível encontrar casos de adultos, formados, estabelecidos em suas carreiras de formação, que também estão repensando suas vidas e olhando para o campo como uma oportunidade de viver com mais tranquilidade.

 

Assim como eles, muitas pessoas estão fazendo esse caminho inverso, da cidade para o campo, e lá estão alcançando seus objetivos de renda, emprego e qualidade de vida.

 

A GSI e a Agromarau, como fornecedoras de soluções para armazenagem de grãos e produção de proteína animal estão prontas para auxiliar quem está no campo a realizar seus objetivos profissionais e empresariais.

 

Para conhecer nossas soluções, acesse: https://gsibrasil.ind.br

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